Novo projeto: http://novotao.blogspot.com

Filosofando III { Cientificismo no more

In Poesia base on 25, fevereiro, 2010 at 20:56

Ó razão pobre absoluta
Hão de ser anacolutas
tuas falhas sempre justas,
Obstruente das permutas,
De entender um mundo
como uma luta.
Obstrução de vida estufa
O que não diz e pela perdiz,
o gosto
não saí do nome
em latim… Nem da saliva…
Ou da percepção neural.
O gosto é a percepção sensorial
macaquiada pelo que não se entende,
prontamente equinocial.

Que bom seria,
se no mundo fosse só por um triz
E não mitificassem coisas,
que são coisas,
Não são mais que nada,
Não são mais que coifas e coisas…
Pequenas e minúsculas…
Bom seriam
Descobertas sinceras,
Com apoios sem interesse,
Se o mundo não fosse um joguete…

Ó razão absurda,
Hão de ser meras escutas,
hão de ser quimeras putas,
Os que em ti creem
como perfeita absoluta…

Ó razão ampoula complexa:
fala muito, diz pouco…
É guiada por sádicos e loucos,
A bombas, genocídios
E nunca se chega a quem precisa…

Ah maldita crença,
de que tudo se resolve,
só pela ciência.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: