Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

Posts de Novembro 4th, 2009

caos VI

In Poesia base on 4, Novembro, 2009 at 10:54

Em si em si em si ti em mim
Em nada que é nada que algo
é como nada importunado
o dilacerado perdido em mim
em ti e as 567 cabeças
de mirocu
Em emim em si em nada
as mil cabeças de Kannon
E o começo da face reconstrução
a luz cega no comecço
luz cega luz cega luz cega
no começo nega, erga
reviravolta revolução.

A luz cega, cega era…

E a escuridão, té que enfim,
termina.
E as pessoas perdidas no Caos
Dessa nova Revolução.

Escrevo em versos sem sentido.
É o tempo mais bem vivido.
Mais bem partido, esperado
E discutido.

E o caos do egoísmo ergue a desconstrução.

A alavanca do caos
Dá impulso
em si em si em si em ti em mim.
5,67 bilhões de anos.
567 cabeças de dragão
E 948 bilhões de cabeças no chão
e olhos nos pés.