é o fim do começo que começo
A crer que termina
como as criaturas o nada flutuam
no fluido espiritual das têmperas
Do neocórtex cerebral.
E que o amor seja mais que mais
que um conjunto de dados;
seja condição, seja estado
caótico mais organizado
que o meio América Central.
Posts de Novembro 2nd, 2009
caos IV
In Poesia base on 2, Novembro, 2009 at 23:18Caos III
In Poesia base on 2, Novembro, 2009 at 23:14Beira a beira do, precipício, ribeira
malefício, primeira, de péssimo
hábito e ótimo vício, mal vídeo
E comamos o, eco, do ar que cheira
à estação, primeira, da beira beira
da, figueira e a fogueira, que escorre;
Como a, trigueira, galhardia socorre
No caos da, passageira, ordem, idílio,
Que tenha, pessegueira, no sépito
nasal da falta da ignorância,
Que corre ao desbunde do precipício
Do fim do, armísticio, e do, caos.
caos II
In Poesia base on 2, Novembro, 2009 at 23:02as águas correm
despretensiosas não sabem
dos venenos dos tóxicos
dos alucinógenos dos martírios
dos fatos dos matos das merdas
dos cactos das areias dos abutres
das pontes de hidrogênio
dos humanos inumanos
das lâmpadas de tungstênio
do caos social
das ideias dos desamenos
dos desalmados desafetados
das anfetaminas das dores
dos amores.
Dos extasis,
do ar.
Do caos da constituição fractal.
caos I
In Poesia base on 2, Novembro, 2009 at 22:50Caos
Mortal.
Atmosfera
beira a estrada que passa
Na ribeira na ribeira
que beira
que não passa que viaja
e some no no no
caos.
Feliz
In Pseudopsicologiapoetica on 2, Novembro, 2009 at 22:24A felicidade do novo errante
Pra quando novo levante
Gratos ancestrais me ajudam
A chegar onde dá.
Enquanto for pela estrada,
Afora, somos seres sociais,
Corta fora o hermitão
E o isolado de quinta.
Perdidos na vida
Perdidos em tudo
A felicidade do novo errante
Os pobres, os infantes,
que vão ganhar com a morte
Do caminhante
De filosofia pensante
filologia de amante.
Somos o nada
E a felicidade é a estrada
Enorme pela frente;
Chegar ao destino
é o detalhe sobressaltado
Do coração pequenino;
Da mente do mesquinho.