Sei.
Eu sei muita coisa.
Queria saber menos.
Saber é um fardo.
Como dardo.
Me atinge…
Me restringe…
Como um escudo.
E se algumas vezes me faço de surdo,
Não é por mal.
é por pensar saber demais.
Sei.
Eu sei muita coisa.
Queria saber menos.
Saber é um fardo.
Como dardo.
Me atinge…
Me restringe…
Como um escudo.
E se algumas vezes me faço de surdo,
Não é por mal.
é por pensar saber demais.
A sabedoria é uma mentira… e pensar saber demais… é a maior ignorância.
Eis o problema da raça humana.
entismisterio.blogspot.com
De acordo… xD.
Mas as pessoas não são perfeitas, né? Eu sei. É um verso em que me confesso imperfeito, só que a poesia tem o dom de resumir as imperfeições dos leitores, além das dos escritores.
… é preciso deixar de saber… para encontrar uma ponta de verdade; aí, o sujeito morre, mas encontra pelos menos um sentido que valha a pena.
Finalmente se assumiu prepotente, parabéns, a consciência é o primeiro passo
“a poesia tem o dom de resumir as imperfeições dos leitores, além das dos escritores.”
Já cantei ao teu capital, frio e desumano.
Acho que todos temos os nossos defeitos, o meu, pelo menos, é acreditar que sei alguma coisa. E isso bate bem longe do teu defeito que é crer que tudo no mundo é regido por dinheiro. Me nego a pensar assim. NEM TUDO o é. E faço questão de pensar no dia em que a maioria NÃO seja.
Cara!
Você está confuso? Tente organizar suas idéias, aí, você terá condições de se expressar de forma mais segura.
Não sabe o que quer?
Organize as idéias e tente pensar livremente… sem a rebeldia ingênua da idade pré-adulta.
Entis Mistério
Ahn?!
Cara…
Eu penso livremente. Rebeldia ingênua? Eu tenho outro nome pra isso: Gana por um mundo melhor. Você nunca ouviu falar de crítica? E além do mais, não era contigo. Era com a Diana. Com quem tenho uma rixa enorme por questões políticas. Ela de Direita, eu, Esquerda.
Agora, você… Sequer conheço!
Oh, Que isso!
Eu estava me referindo ao poema. Bah! Você queria saber menos, gosta de saber, não gosta… uma confusão. Decida-se. Sim?
Para tentar alcançar um mundo melhor é preciso ter pulso, e não somente dizer umas bobagens. Eu também não te conheço e, eu… não quero ser conhecido. Por que pensa que uso este pseudônimo ridículo? Só para aguçar a curiosidade das mulheres é que não é… faça-me o favor!
Organize suas idéias, e tente pensar de forma menos infantil… ah, e pare com essa bobagem de ficar entrando no blog de todo mundo e pedindo para visitar o seu (vi esse pedido em dezenas de outros blogs)… faça um nome; e não fique implorando visitas, isso demonstra fraqueza. Para quem quer um mundo melhor, o caminho certamente não é esse.
Faça comentários no meu humilde blog somente quando você estiver pronto para discutir de forma segura e objetiva… e não somente a fim de troca de amabilidades estúpidas.
Entis Mistério
Implorando visitas?! Isto soa à provocação já.
O que você desconhece é que “Eu-lírico” difere da pessoa eu. Ou seja. Eu tenho um defeito de não ouvir as pessoas, às vezes por considerar que sei “demais”. Assim, se eu considerar que sei menos, pode haver um impacto análogo em meu comportamento como se fingisse que nada soubesse.
Raciocina né cara? Lógica, uma coisa que você tanto abomina faz bem de vez em quando. Até interessante você achar que não existe “verdade”, mas se não há verdade, teu raciocínio todo não passa de mentiroso e falacioso, para você mesmo. Pois à medida em que destrói a anterior, você constrói uma nova verdade.
Se para você a verdade é um mito, então tudo no Universo é um mito. E toda definição é absolutamente falsa. Mas peraí… A água não deixou de ser composta pelo que denomimos de Oxigênio e Hidrogênio por causa do seu modo de pensar, logo, você não tem muita saída exceto se curvar à, pelo menos, realidade científica e ter a humildade de aprender o que os cientistas descobriram. Duvidando, claro.
“(vi esse pedido em dezenas de outros blogs)”
E sim, eu saio por aí pedindo para que me visitem. É uma forma de abordagem mercadológica, já ouviu dizer? Os blogueiros usamos muito disso. Em geral, as pessoas não visitam os blogs alheios, deixando os links inertes. Veja que é um costume entre boa parte dos blogueiros. Se é ruim ou não, não sei; mas não me custa tentar a sorte. Além do mais, não tem fins lucrativos e não custa nada clicar num link de um blog que pode até ser interessante.
E ainda bem que o seu nick não foi criado para atrair as garotas, pois eu achei ele meio fraco. Híbrido. Em minha singela opinião, ou você faz um nick totalmente em uma outra língua, ou então você usa seu próprio nome, ou você cria um nome que, aparentemente, não tenha significado.
Eu tenho dois nicks. Uso os dois para as pessoas me identificarem.
Errata: denominamos
E eu ainda acredito que tem que cantar mais aos seus defeitos, acredite a prepotência não é o único deles, como insinuou em resposta ao meu comentário…
Posso ressaltar, por exemplo, a ingenuidade quanto à dependência da manipulação capitalista, simplesmente por se julgar alheio aos fatos do mundo.
Gosto de ler você discorrendo sobre análise mercadológica, mostra que as discussões não foram em vão e que você absorveu algo do que eu disse, o mundo é dependente do marketing, e você é constantemente influenciado por ele, mesmo que não conscientemente.
Minha felicitação só é maior ao ler seus comentários sobre a necessidade de aceitação do mundo tal qual o é. Eu chamo o capitalismo de realidade, e, com o perdão do clichê “danço conforme a música”, e muito bem por sinal, se sua pretensão é continuar negando os fatos e propondo uma revolução, da forma que considerar melhor, continuo a te desejar sorte.
Ademais, boa poesia.
Diana, Obrigado pelo elogio a minha poesia.
Agora, eu vou-lhe fazer uma revelação: sim, eu sempre soube que o mundo é manipulado feito criança pelo capitalismo. Só nego na tentativa constante de pelo menos ficar bem com a minha própria consciência. Pois certas coisas me indignam… Como por exemplo – uma crítica marxista que cabe muito bem – é o motivo pelo qual certas pessoas que executam certas atividades ganham mais que as outras. Dizem os liberais que é devido à oferta e à procura. E eu não consigo engolir isto: passa a impressão de que um determinado serviço é mais importante que o outro… O que é falso, em essência.
E a revolução que eu digo é pelo menos a criação da consciência que nem tudo precisaria ser regido pelo capitalismo. Relações pessoais, gostos artísticos, serviçõs públicos. Por que devemos pagar por isto?! Por que isto PRECISA ser regido pelo capital? O que eu critico são as pessoas que endeusam o dinheiro e fazem com que aqueles fatores sejam colocados abaixo das relações comerciais. Pode existir certo comércio neles, mas não é superior. E esse é um dos MAIORES erros da sociedade contemporânea, dos economistas e marketeiros atuais.
E, sim, a “minha” revolução, é uma revolução de âmbito pessoal. É colocar o dinheiro em seu devido lugar – como meio, jamais como fim em si.
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Ademais, desculpe-me por qualquer ofensa enquanto conversávamos online. Nunca mais te vi on. E sinto um pouco de saudades de conversar essas questões contigo. Você é uma das únicas pessoas com quem eu consigo falar de economia. Apesar de ter uma visão completamente oposta a minha… xD