Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

Romance da Era Moderna I

In Neo romantiquismo, cotidiano torpe, sátira?, trovasugestiva on 17, Junho, 2009 at 22:07

A criança sorriu para moça
A moça sorriu em retorno
O moço vendo a moça sorrir, sorriu
E a moça vendo efeito tão singular
Sorriu.
E o moço foi ter com a moça
E em meio a novos sorrisos
Planejaram nova criança.