Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

caminho do espaço…

In simbolismorevisitado?, trovasugestiva on 17, Junho, 2009 at 22:17

Ô rua em que ando
E a mim se insinua
Na simbiose com meus pés
Convida, nua, ver suas luzes…

Asfalto soberbo cretino!
Cobre a rua e dá passagem
a carros, meninas e meninos

Rua que sai do Vácuo
E Vai para o Destino!
Tão grande como estalido…
Tão eterna quanto palha…