Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

Bgft – Brado de um guerreiro no final dos tempos

In Pseudopsicologiapoetica, cotidiano torpe, crítica?, simbolismorevisitado? on 17, Junho, 2009 at 22:56

III – Dragões

Os dragões pairam às multidões
Dragões impõem seus grilhões
E escravizam o Manifesto das Nações.

Escamadamente sem formas
Formalizados sem cor
Vão sobre a humanidade aonde esta for.

E manipulam os homens
Seduzem as mulheres
Incitam as crianças…
Milhões de estímulos sem valor!

O sopro destes dragões
sofrimento de milhares, milhões, bilhões…
Especulam e tornam o mundo falso…
Ó dragões, quem sois, quem sois?