Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

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In crítica?, meta linguagem on 6, Junho, 2009 at 22:49

Duas horas no dia
O tempo restante
Para versos e versos
Razão emoção cantante…

5 minutos numa hora
O tempo de escrever
De digitar, de caligrafar
Enfim registrar, áspera
Palavra na garganta,
Minúscula e ácara…

5 segundos num minuto…
Uma eternidade instântanea
que decerto momentânea,
Se moldam à coletânea
Dos olhares congelados,
Dos rostos parados,
Dos cantos escritos.

E emoções e sentimentos sentidos.

2/3 de vocabulário
1/4 de elegância
e 1/12 de divindade.
1/12 eterno…
Maior que a forma
Maior que a toda a roupagem
humana em que submergem
As nobres luzes dos pensamentos
Sãos.
______

PS.: tá, continuo não devendo escrever sobre o modo como eu escrevo, mas eu precisava terminar o que eu comecei no poema anterior. Então… Se alguém for ler/estudar/declamar/vender/ enfim, usar desse poema, o faça mas leia o outro com um título barroco, que não era pra ter título ali embaixo.

Grato, o autor.