Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

Imagem

In crítica?, desaignesia, trovasugestiva on 2, Junho, 2009 at 23:57

Imagéticas paráfrases dos sonhos de frases

Entendeu?

E o que se passa agora
Com o adjetivo adverbial composto ignomínio
Platônico sedativo e derivado da distância do
vácuo de tolerância percentual?

Entendeu?!

E o idílio lírico onírico da ontologia
Poética que passa pelos campos
De naftalina reagentes com carbonos
e castos comburentes, combustivos
Ardentes, perdidos e frementes
Na contra cultura do caos existente
O tanto altivo e ativo
E que se passa por nada eufemismo?

Entendeu, caramba?!

Será que sou eu ou o mundo
Está cada vez mais complexo
Será tudo mais convexo..
E a imagem permeie tudo
Quanto foi um dia real,
Hein? Tornando infernal
O que já é triste e sombrio.
Tornando inverno mais frio…
O calor mais insuportável
Dentre tanta gente que se acha,
mas não passa de fútil e miserável…

Ah, mas quem sou eu, meu Deus,
Pra dizer um ai dessa gente?

Deixam-se levar pelo que veem.
E enganaram eles direitinho:
Sabem porque ouviram dizer,
Sabem porque viram na TV,
Sabem porque deixaram saber
Sabem
O que fica, na verdade,

É permeado de

-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-

VAZIO E ESPETÁCULO.
OU O ESPETÁCULO TRAZ O VAZIO
OU O VAZIO GERA UM SHOW
SARCÁSTICO.