Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

sem palavra

In Poesia base, Pseudopsicologiapoetica, The unnamed feeling, crítica? on 31, Maio, 2009 at 23:58

Pela primeira vez
Não tenho palavras
Eu, mudo
Tal e qual absurdo
Faço a mínima ideia
Um pobre concreto escudo
E tendo tudo tudo tudo
Já não é a primeira vez
Escorre pelas mãos
Meu passado, presente
——–Futuro——–
__Escorrendo
___Escorrendo
_____correndo
________indo
_________indo
__________indo