O canto dos pardais,
Nas revoltas ancestrais,
Não dirão, não dirão
E apenas cercearão,
O presente…
Pobres pardais de sangue,
Cujo nobre espírito
Em sacrifício fizeram mares verdes
De árvores brancas,
Perdidas aladas sobre as estradas
do nada em meio as estrelas
em manhã insolarada.
Os felinos fantamas
alegóricos quiasmas
fortificadas falácias,
sobre fazer e dizer…
Sempre empreendendo
Para a velocidade da luz
Construir
E assim fazer.
Enquanto isso,
O céu, ah o céu,
Olha triste o coração da moça
escorrer entre as suas mãos.
E ninguém a socorrer.
Só noite e escuridão,
Em pleno meio-dia.
