O perdido
O só
O que se desconhece
O incerto
O pobre;
O rico
aquele que eu quiser.
Sou eu, eu sou.
E aos poucos eu construo meu épico
Meu sonho, meu pudor cético
E quanto mais me mostro mais ético.
Minhas asas quebradas,
O enxofre e a hortelã
Que se intercalam.
Sou eu? Eu não…
Talvez apenas duas coisas me calem
Deus e …?