Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

Posts de Novembro 24th, 2008

Poema sobre mim mesmo

In Poesia de momento on 24, Novembro, 2008 at 19:22

O perdido
O só
O que se desconhece
O incerto
O pobre;
O rico
aquele que eu quiser.
Sou eu, eu sou.
E aos poucos eu construo meu épico
Meu sonho, meu pudor cético
E quanto mais me mostro mais ético.
Minhas asas quebradas,
O enxofre e a hortelã
Que se intercalam.
Sou eu? Eu não…
Talvez apenas duas coisas me calem
Deus e …?