Preciso de algum tempo pra descansar;
Já me basta todo o tempo do mundo
Quero de volta, meu tempo, meu ar!
Porque esse ofício de questionar
É o mais vago, é; torna a me isolar.
Meu sonho de mundo, não é mundo.
O fôlego se perde…Mais um segundo!
E a rima empobrece, solto farpas;
E a morte se engradece, Acaba!
Eu torço pelo fim do ano mudo;
Mais um ano, então, livre disso tudo!
A cada tempo tento intento
E a névoa parece permanecer
No inaudito mesmíssimo lugar.