Um poeta maneja as letras de acordo com sua necessidade. Somos crianças que não podemos gritar. Somos o Estado doentio do coma social. Um mundo enegrecido pelo fantasma das luzes gloriosas de uma razão instrumental desditosa.

Disciplina I

In Poesia de momento on 4, Novembro, 2008 at 21:33

Ôh, minha menina
Que será; que será
A ditosa disciplina?

Confesso não sei
Não por isso, não
Quer dizer não tenho.

Quanto mais me aplico
Desconheço e arrisco
Soturno começo
Tão importante isso…

Não tenho medo
Não deletério:
É disciplina
Seu mero critério.